NOTÍCIAS DA SEMANA

02 À 06 / 12 / 2019

VWCO prevê crescimento das vendas de pesados entre 5% e 10% em 2020.

A VWCO, que é a vice-líder do mercado de pesados, atrás apenas da Mercedes-Benz, registrou aumento de 32,3% de suas entregas entre janeiro e novembro – considerando a soma de caminhões e ônibus. Só no segmento de chassis de ônibus, a companhia elevou seus volumes em 70% no período, enquanto o mercado cresceu 40%. “Ainda no ano passado, falávamos em um crescimento de dois dígitos para 2019, mas com esses números superlativos do mercado, o crescimento foi três vezes maior que o esperado”, analisa o CEO e presidente da VWCO, Roberto Cortes. Confiante na retomada do setor, Cortes sublinha um ambiente mais saudável para os negócios. “Isso é fundamental para que a gente possa concluir nosso investimento de R$ 1,5 bilhão até 2021, que é 50% maior do que os ciclos anteriores”, afirma. O aporte inclui, entre outras aplicações, o desenvolvimento e lançamento da nova linha de caminhões Euro 6 da marca, que vão chegar ao mercado em 2022. Após a consolidação global do Grupo Traton, a VWCO não divulga mais as estimativas de suas vendas para o mercado. Sob a nova condição, Cortes, que sempre foi muito aberto às projeções ao longo dos últimos anos, se limita a dizer que a participação de mercado será uma consequência e que o foco para o ano que vem é a recomposição da margem. Historicamente, o resultado operacional da empresa foi positivo até a crise iniciar em 2014, com a queda exponencial dos volumes de vendas de caminhões e ônibus. Aliado a isso, houve aumento dos custos operacionais (insumos, mão de obra, eletricidade), o que derrubou os números não só da companhia, mas de todos os players do mercado. “A maioria incorreu em vários anos de perdas”, lembra o executivo, que fez uma linha do tempo da crise, que durou de 2014 até a metade de 2017, quando houve uma inversão da curva até chegar a um crescimento de 44% em 2018. Para Cortes, com o novo crescimento em 2020, há possibilidade de continuar recuperando os anos de defasagem e recompor os preços. Cortes revela que atualmente os preços estão 20% abaixo dos praticados em 2011, quando o setor de pesados atingiu recorde de vendas. Segundo o vice-presidente de vendas, marketing e pós-venda da VWCO, Ricardo Alouche, no mundo ideal, seria necessário aumentar os preços atuais em 12%, mas aponta que é impossível adotar essa postura, uma vez que haveria grande postergação de compras, derrubando os volume de vendas. Ele conta que a VWCO já iniciou sua política de recomposição de preços em setembro, elevando a cada mês a tabela em 1%, o que inclui dezembro. Tal atitude, justifica, sinaliza ao mercado que os preços vão subir, mas de forma muito gradativa para não espantar a clientela.

Fonte: www.automotivebusiness.com.br

Jeep abrirá 20 concessionárias digitais até 2021.

A marca Jeep abrirá 20 concessionárias digitais até 2021. A montadora também terá novos pontos de venda plenos, com oficina, mas serão poucos. A informação foi divulgada pelo diretor de desenvolvimento de rede, Roger Corassa “Abriremos as lojas digitais em shoppings e endereços onde há oportunidade de aproximação com o cliente, mas falta espaço para o modelo tradicional de concessionária”, afirma Corassa. “Teremos novas lojas completas neste período, mas serão aberturas pontuais”, diz o executivo. A rede Jeep passou de 45 concessionárias em 2014 para as 203 revendas atuais. Agora, mais que aumentar de fato a rede, a Jeep decidiu ampliar o total de boxes de serviço nas oficinas, já que nestes cinco anos a frota circulante da marca Jeep saltou de 15 mil para 400 mil veículos. “Hoje são 915 boxes no País. Vamos elevar este número para 1,3 mil até 2022”, garante Corassa. A média atual é de 4,5 boxes por revenda e subirá para perto de seis em curto prazo. No acumulado até novembro, a Jeep teve 118,3 mil unidades emplacadas. Detém 22% do mercado de SUVs. A direção da montadora confirmou para 2021 a produção do terceiro modelo Jeep na fábrica da FCA de Goiana (PE).
 

Fonte: www.automotivebusiness.com.br

Vendas de veículos usados crescem 2,4% até novembro.

 

O volume de vendas de veículos usados aumentou 2,4% no acumulado do ano até novembro na comparação com mesmo período do ano passado, ao atingir 10,3 milhões de transferências. Os dados foram divulgados pela Fenabrave, federação que reúne as concessionárias, e considera a soma de leves e pesados. Ambos os segmentos registraram aumento na casa de 2%: nos leves (automóveis e comerciais leves), as vendas somaram 9,99 milhões de janeiro a novembro, representando alta de 2,4% no comparativo anual, enquanto as transferências de pesados (caminhões e ônibus) avançaram 2,3% no mesmo período, para 382,9 mil unidades. Segundo a entidade, para cada veículo emplacado de janeiro a novembro (2,52 milhões), foram vendidos quatro usados, sendo a mesma proporção tanto para leves quanto para pesados. Em novembro, todos os segmentos registraram queda das vendas com relação a outubro, por causa do menor número de dias úteis (20 contra 23). Por outro lado, o volume de usados negociados no mês passado foi maior do que em igual mês do ano passado tanto para leves quanto para pesados.

Fonte: www.automotivebusiness.com.br

Produção até novembro confirma previsão da Anfavea para 2019.

 

A produção de veículos cresceu 2,7% no acumulado do ano até janeiro, para pouco mais de 2,77 milhões de unidades, desempenho que confirma a previsão da Anfavea de que a produção de 2019 ficará abaixo das 3 milhões de unidades. Embora o ritmo das linhas tenha crescido entre outubro e novembro, principalmente para recompor os estoques visando as vendas de fim de ano, o último bimestre é marcado por meses com menos dias úteis – novembro e dezembro carregam vários feriados – e com as festas de fim de ano, as linhas de produção costumam fazer paradas técnicas e conceder férias coletivas. No entanto, a queda das exportações é o que realmente afetou o ritmo das linhas de montagem ao longo do ano e o que motivou a Anfavea a rever seus números em outubro: a indústria agora prevê a produção de 2,94 milhões de veículos até o fim de dezembro, o que se confirmado, representará leve aumento de 2,1% sobre 2018. Segundo o presidente da Anfavea, Luis Carlos de Moraes, a indústria vê com otimismo o cenário para 2020 no que diz respeito ao mercado interno, mas continuará monitorando os demais mercados da América do Sul, principalmente a Argentina, cuja crise impulsionou a queda das exportações de veículos feitos no Brasil. “A Argentina impactou dramaticamente nossas exportações e isso afetou a produção das fábricas”, aponta o presidente da Anfavea. O executivo informa que as fabricantes só vão apresentar suas estimativas para 2020 no início de janeiro, quando apresentará o balanço de 2019.
 

Fonte: www.automotivebusiness.com.br

Caminhões e ônibus já superam crescimento estimado por Fenabrave.

 

O crescimento das vendas de caminhões e ônibus até novembro já superaram a estimativa da Fenabrave para o ano. No balanço do mercado divulgado na segunda-feira, 2, os números apontam que os licenciamentos de caminhões avançaram 35,7% no acumulado de janeiro a novembro – enquanto a entidade projeta alta de 33,8% em todo o ano de 2019, conforme previsão revisada em outubro. Para ônibus, a previsão aponta que os emplacamentos cresçam 36,8%, mas até novembro as vendas já avançaram 41%. Na projeção da Fenabrave, as vendas de 2019 devem ficar com os seguintes volumes: 102,2 mil caminhões e 26,7 mil ônibus. Na soma de caminhões e ônibus, o segmento atingiu as 118,1 mil unidades de janeiro a novembro, alta de 36,8% sobre iguais meses do ano passado. A Fenabrave estima que os pesados encerrem o ano com pouco mais de 129 mil veículos vendidos, o que significaria aumento de 35% sobre 2018. Para alcançar a cifra, o mercado deverá absorver (vender) pouco mais de 11 mil caminhões e ônibus em dezembro, o mesmo volume de vendas verificado em novembro. O resultado do mês passado, que registrou 11,3 mil caminhões e ônibus emplacados, ficou 17,8% maior que o de igual mês de 2018, mas configurou queda de 6,6% sobre outubro, que teve três dias úteis a mais do que o novembro (20 contra 23).
 

Fonte: www.automotivebusiness.com.br