NOTÍCIAS DA SEMANA

04 À 08 / 11 / 2019

Motos têm em outubro o melhor mês do ano: 98,4 mil unidades.

A venda de motos em outubro foi a melhor do ano, com 98,4 mil unidades. O resultado foi o melhor desde março de 2016. O acumulado do ano teve 895 mil unidades, registrando alta de 14,8% sobre iguais meses do ano passado. Os números foram divulgados pela Fenabrave, entidade que reúne as associações de concessionários. A média diária de vendas se aproximou das 4,3 mil unidades, número quase tão bom quanto os picos de 4,4 mil motos/dia anotados em março, abril e maio. As médias foram menores entre junho e agosto, segundo concessionários, por desabastecimento de alguns modelos de baixa cilindrada. A informação foi confirmada pelos fabricantes de Manaus (AM). Eles enfrentaram problemas com fornecedores de componentes, que não deram conta do aquecimento da demanda. A situação estaria normalizada e até o fim do ano é possível estimar um volume total de pouco menos de 1,1 milhão de motocicletas. Nestes dez meses a Honda vendeu sozinha 709,2 mil motos e registrou alta de 14,6%. A Yamaha teve 124,7 mil unidades, anotando acréscimo pouco maior, 16,9%. Surpreende o crescimento de 42,2% registrado pela BMW, com 8,3 mil motos licenciadas. O resultado decorre sobretudo da renovação das linhas F e R. A Kawasaki também teve crescimento expressivo, 20,3%. Foram 5,8 mil motos emplacadas. Na Triumph, as 4,4 mil motos entregues até outubro resultaram em crescimento de 18,6%. A Harley-Davidson teve quase 5 mil motos licenciadas, mas anotou alta menos expressiva, 4,6%.

Fonte: www.automotivebusiness.com.br

Veículos pesados acumulam alta próxima a 40% no ano.

A venda de veículos pesados somou no acumulado do ano 106,8 mil unidades, registrando alta de 39,3% sobre iguais meses do ano passado. O crescimento decorre da demanda aquecida tanto por caminhões como ônibus. Os números foram divulgados pela Fenabrave, federação que reúne as associações de concessionários. Com 23 úteis, o mês de outubro anotou 12,2 mil emplacamentos de pesados, volume 7,9% maior na comparação com setembro, que teve dois dias úteis a menos. O crescimento em outubro foi semelhante ao anotado pelos veículos leves. A análise por segmento mostra que nestes dez meses foram emplacados no País 84,2 mil caminhões. O total é 37,9% maior que o de igual período de 2018 e tem como principais motivos o aumento do volume de vendas de extrapesados para o transporte de grãos e a retomada dos negócios no varejo, com aumento da venda de veículos de médio porte. O licenciamento de ônibus nestes dez meses teve 22,5 mil unidades, resultando em alta de 44,4% sobre os mesmos dez meses do ano passado. A razão para isso são as licitações para renovação de frotas urbanas, mas as empresas de transporte intermunicipal e interestadual também estão investindo na troca e ampliação do número de veículos.
 

Fonte: www.automotivebusiness.com.br

Vendas de veículos leves anotam alta de 7,5% no ano e entram em estabilidade.

 

registrando aumento de 8% na comparação com setembro, que teve dois dias úteis a menos. A média diária de emplacamentos ficou parada em 10,5 mil unidades por dia útil, situando-se entre as médias de agosto (10,4 mil) e setembro (10,6 mil). Os números foram divulgados na sexta-feira, 1º, pela Fenabrave, entidade que reúne as associações de concessionários. A análise isolada dos dois segmentos mostra que as vendas de comerciais leves nestes dez meses somaram 326,2 mil unidades e cresceram 7,4%. Os automóveis responderam por 1,85 milhão de unidades, anotando alta de 7,5%. O equilíbrio no desempenho desses dois segmentos até outubro é bem visto pelos distribuidores. "O ritmo de crescimento permanece moderado, estável e positivo no acumulado, o que é muito importante para os resultados do setor em 2019”, afirma o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Jr. De acordo com projeções da entidade, o ano deverá se encerrar com crescimento de 10% considerando todos os segmentos somados. O automóvel mais vendido no acumulado do ano foi o Chevrolet Onix, com 200,6 mil unidades. Este total é maior que a soma do segundo e do terceiro colocados (Ford Ka, 86,4 mil licenciamentos, e Hyundai HB20, 85,9 mil). Entre os comerciais leves, a picape Fiat Strada também mantém liderança com 63,6 mil emplacamentos. A segunda colocada é outra caminhonete da marca, a Toro, com 52,8 mil unidades.

Fonte: www.automotivebusiness.com.br

Grupo Volvo cria divisão dedicada às soluções de transporte autônomo.

 

O Grupo Volvo criará uma nova área de negócios dedicada às soluções para o transporte autônomo denominada Volvo Autonomous Solutions e que terá como foco a aceleração do desenvolvimento e das vendas de seus produtos. Com a nova unidade, que atenderá uma demanda crescente, a companhia planeja oferecer novas soluções para setores como mineração, portos e centros de logística, complementando seu atual portfólio que já contempla essas áreas. O negócio começa a operar em janeiro de 2020 e seus resultados serão integrados aos da divisão de caminhões. Para a Volvo, as soluções baseadas em tecnologias de direção autônoma e conectividade são adequadas nas aplicações onde existe a necessidade de movimentar grandes volumes de bens e materiais em rotas pré-definidas, seguindo fluxos repetitivos. Nestas situações, os veículos e máquinas autônomas podem contribuir para maior produtividade, flexibilidade e precisão de entrega. “Com o desenvolvimento global marcado por uma crescente demanda em transportes, estradas cada vez mais congestionadas e grandes mudanças ambientais, a indústria precisa proporcionar soluções cada vez mais seguras, eficientes e com impacto ambiental cada vez menor”, declara o presidente e CEO do Grupo Volvo, Martin Lundstedt. O Grupo Volvo já demonstrou uma série de tecnologias diferentes em transporte autônomo, inclusive no Brasil, onde sete caminhões modelo VM Autônomos operam na colheita de cana de açúcar, reduzindo perdas por pisoteio de mudas graças à sua grande precisão de direção. Outra iniciativa é o projeto Electric Site, na Suécia, com a manipulação de material em uma mina a céu aberto, que foi automatizada e eletrificada. A operação é auxiliada por máquinas e equipamentos elétricos: o resultado foi uma redução de quase 40% no custo de operadores, além de uma queda de 98% das emissões de CO2. Já na mina de Brønnøy Kalk, na Noruega, caminhões Volvo FH autônomos estão transportando calcário em um percurso de cinco quilômetros. Além disso, a empresa já trabalha no veículo autônomo, conectado e elétrico Vera, que fará parte de uma solução integrada para transportar bens de um centro de logística para um terminal portuário em Gotemburgo, na Suécia.
 

Fonte: www.automotivebusiness.com.br

GM reduz ritmo na fábrica de motores em São José dos Campo.

 

Após inaugurar outra fábrica em Joinville (SC) para produzir seus novos motores tricilíndricos que equipam a nova família Onix, a General Motors começou a reduzir o ritmo da planta de motores dentro do complexo industrial em São José dos Campo (SP), segundo relatou o site O Vale. A unidade paulista da GM ficou responsável por toda a produção da linha antiga de propulsores 1.0 e 1.4, antes dividida com Joinville, que seguirão equipando a geração anterior do Onix, nas versões Joy. Com o esperado aumento da demanda pelos novos modelos e queda natural das vendas dos antigos, a GM está reduzindo o contingente de trabalhadores na unidade de powertrain de São José. Segundo informou o sindicato local, dos 400 funcionários da planta de motores, 235 foram transferidos para outros setores do complexo, sendo 165 para a linha de produção da picape S10, 36 para o setor de diesel, 31 para a fábrica de transmissões e três para as áreas de estamparia e componentes de plástico. Os demais 165 empregados permanecem na montagem dos antigos motores 1.0 e 1.4. Procurada, a assessoria da GM afirmou que não tinha nada a acrescentar às informações publicadas pelo O Vale. Segundo o sindicato, a montadora garantiu que não fechará a fábrica de motores de São José e que não fará demissões em massa, mas não quis assinar acordo ára garantir os empregos. Além das transferências, o sindicato informou que a GM vai abrir um PDV (Plano de Demissão Voluntária) para horistas e mensalistas de todo o complexo industrial de São José. A proposta, não divulgada pela empresa, pode ser semelhante à oferecida no PDV aberto em agosto aos trabalhadores de São Caetano do Sul (SP). Não são conhecidas as metas da GM para redução do quadro de funcionários. Em março deste ano a GM anunciou investimento de R$ 10 bilhões em suas duas fábricas paulistas no período 2020-2024. O valor deverá ser dividido entre São Caetano e São José, onde se espera que seja produzida uma nova geração da picape S10.
 

Fonte: www.automotivebusiness.com.br